| 02/02/2009 “Futibór & Muié” – Vol. 3 Por Olavo Dáda / www.myspace.com/olavodada
Elas & Nós Atualmente, mesmo mais de 30 Kg acima do meu peso ideal, tenho praticado o glorioso esporte bretão com meu filhote de apenas três anos, utilizando seu (dele) “kit Timão” (claro!), que inclui: trave de gol caixote (aquele gol pequeno) com rede, bola personalizada do Corinthians e um dos três uniformes completos do Curingão que adquiri para o futuro herdeiro de 50% de minhas não poucas promissórias. A propósito do tema, permitam-me esse parêntese, quando meu filho nasceu eu disse a minha filha – hoje com 17 anos: “Olha aí, filhota, papai te ama tanto que deu um jeito de arrumar alguém para rachar contigo aquele lance das promissórias.”. Ela não entendeu, mas acho que já está desconfiando de algo... Bom, vamos batendo nossa bolinha até um de meus joelhos “abrir o bico”, por conta da lei da gravidade somada ao sobrepeso, ou até meu moleque pegar duas raquetes de tênis (de mesa) e decretar: “pai, eu sou o Nadal e você é o Federer!”. Sempre que ele faz dessas de sairmos de uma modalidade e irmos direto a outra, à moda “Iron Man” ou “Biathlon”, eu me recordo do Sean Penn, numa entrevista, relatando que ser pai na idade dele (50 e poucos à época) não era mole, pois ele, como bom irlandês, gosta de uns gorós. Só que agora eram precisos dois ou três dias de recuperação das ressacas, mas os “little Penns” já estão a fim de dar seus “kicks” logo na manhã seguinte. Embora eu seja quase dez anos mais novo que o grande Sean (que é “John” em gaélico), tô sacando muito bem a que ele se referia (e por falar em gaélico: BLIADHNA MHATH UR! (1)). Feito toda criança, ao menos as do Brasil, minha filha também, quando tinha a idade do irmão, arriscava uns chutes na pelota. Numa dessas vezes, a última se bem me recordo, após algumas tentativas de controlar a redonda ele se encheu e falou: - Papai, esse negócio de futebol é muito chato! Me leva na “fêra lipi” (2), que eu quero comprar um correntinha pra por na “cintura do pé” (3). (1) FELIZ ANO NOVO! (2) Feira hippie (3) Tornozelo Olavo Dáda é cantor, compositor e arquiteto nascido em Corinthians (antiga vila de santos)-SP, com prêmios em cinema, teatro, literatura e música. Também colabora com vários veículos de imprensa e é co-criador e co-editor do blog/sítio “Cordel Caiçara” (musicarolina@gmail.com / www.myspace.com/olavodada) Comentários Modesto Testemunhei que Olavo está em forma,aturou a cunhada ,levou a gurizada no cinema e ainda foi dar um abraço nos amigos.Tudo isto se deslocando de bike em Corinthians ( Antiga Vila de Santos ) sob um sol de rachar! Graande abraço neste graaande amigo,graaaande pai e talvez graaaande cunhado!(sei lá o problema não é meu ) Edu Hiro eduhm@yahoo.com.br Marina responde legal esse artigo do olavo mas ele mente esta 40 kilos acima do peso 30 to eu sergio alexandre Marina responde hahahha! gostei de participar, mesmo que indiretamente do texto! adorei pai... e adorei o blog tb tia! beijos Carolina Marina responde então tá então....comece a pagar para os colaboradores! paju pna@braille.com.br Marina responde Pô Dáda , eu já flagrei você na ciclovia também mandando ver na magrelinha no melhor estilo triatleta...... Mauricio Rayel (Sandália) rayel_serenata@hotmail Marina responde Valeu Olavo! Mais uma vez você nos brinda com um texto inteligentimente simples mas de conteúdo sempre reflexivo! Congratulations my brother! P. A. Z. Buddy X buddyxrap@hotmail.com Marina responde Puxa vida... talento é coisa que não se discuti, torcer para Corinthias, é preciso muito talento mesmo e isso o Mano Véio tem de sobra, tá perdoado viu, rsrsrs Pô a mídia tá forçando a barra para que as crianças de hoje torçam para o Corinthias, toda hora na TV não importando se é 2ª divisão ou amistoso. Gostaria que os meus sobrinhos tivessem escolhas de 1 para 1 e não 3 vezes o Corinthias e 1 vez outro time. Tudo bem que é a 2ª maior torcida do Brasil, mas é muito bom ver o Santos mais vezes também, tá meio triste, mas quem sabe com essa força ele não se anima também. Abração. Murilo - Fórum murilo@tecsistemas.com Marina responde Texto bacana! Mas lendo os comentários babixo fiquei triste por ainda não ter tido a sorte ( seria a honra?) de cruzar contigo na ciclovia castigando a magrelinha. Saudade! E beijo procê Marina! Vladir Lemos Marina responde É isso aí, Olavo É pensando em todas essas modalidades que eu já estou revendo meus costumes (se é que você me entende...) enquanto o moleque ainda não chegou na idade de testar (comigo) todas as modalidades esportivas. Abraço Leandro Marina responde Que texto gostoso Olavo. Me fez recordar uma menina de dez anos que gritou quando o pai(que era corinthiano) fez um golaço. No entanto, um corajoso velhinho que tudo assitia, teve a ousadia de explicar a inocente menina que o gol foi contra...Pra que? O velhinho só faltou apanhar, não sem antes, ouvir da menina: _ E daí? foi gol do meu pai!! Pra nós, filhas de corinthianos, o que importa é o gol! e tenho dito! abraços, Rita Gottardi rita Marina responde |
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