| 08/09/2009 QUEM VAI À GUERRA DÁ E LEVA Bem que desta vez, tentei tomar informações de fontes fidedignas, mas, homens são insensíveis, simplesinhos e ingênuos, respondem exatamente o que perguntamos com duas palavras e ponto. Já nós, mulheres, damos palestra sobre o tema explicando o implícito e o explícito, citando 47 exemplos, unindo a teoria à prática, com a ansiedade materna de abranger o mundo sem deixar qualquer ambigüidade. A informação que eu precisava não importa mais, farei ao meu modo, sem neanderthais peritos. Além de tudo, impiedosos, insistem que eu escreva textos sucintos, são incapazes de aceitar que não existe “síntese” no vocabulário feminino. É preciso admitir, “existem duas maneiras de agradar a mulher... até hoje ninguém descobriu quais são”.
Agora, sem encher linguiça: sobre a atual polêmica na Fórmula1, em que uma escuderia (nunca diga “equipe”, “escuderia” soa beeem mais chique), está sob investigação, pois desconfiam que um piloto obedeceu a ordem da equipe e bateu o carro intencionalmente para ajudar seu companheiro de equipe. É preciso dizer que o colega ganhou a corrida? E quem sou eu, pra duvidar de Nietzsche? “Não existem fatos e sim interpretações”, ou seja, a vaca já foi pro brejo. O que quer que tenha acontecido não interessa mais, cada ser vivo do planeta já fofocou, acusou e condenou pai, filho, espírito e se bobear, o santo também, por que é de barro. Se unanimidade é burrice, todo mundo pode sair relinchando. Existem duas hipóteses que chegam no mesmo lugar: Se a tal investigação concluir que houve má fé por parte da equipe, alguém acha que a equipe nefanda, abjeta e vilã será excluída? “Quem tem capa, sempre escapa”. E, se disserem que foram apenas boatos maldosos? Quem não ficaria com os dois pés-atrás? Em ambos os casos, não existe mais volta, “quem faz a fama, deita na cama”, já era. Pelo jeito, nas regras implícitas da Fórmula 1, o piloto não pode ser pau-mandado, mas bater por conta própria e intencionalmente pode, ou ninguém nunca viu isso na F1 e em outras modalidades? A julgar pelo tamanho do espanto, todo mundo nasceu ontem e o mundo é cor-de-rosa. Tudo que aconteceu é vergonhoso e desonesto, embora a própria regra “permita” esse absurdo, já que um piloto perde todo tempo conquistado depois de um acidente qualquer. Nem precisariam substituir a regra para outra que inviabilizasse a sem-vergonhice, por ser um esporte (se, sentar e acelerar pode ser considerado um esporte, eu sou atleta e não sabia, e eu me garanto, nem uso capacete), e o mínimo que se espera é ética e espírito esportivo. Mas, a nobreza não está habituada a se frustrar, portanto, não sabe perder e, consequentemente, não é confiável. Coloco minha mão e meus órgãos internos no fogo, se não é mais uma investigação à moda brasileira, apenas para constar na ata da reunião, mais uma pilhéria. Exemplos não faltam: fingir contusão, falta com intenção de fazer fratura exposta no adversário, falsificar registro de nascimento, receber por fora para perder o jogo, espiar outra equipe, etc. Alguém foi expulso do esporte por conta dessas coisas? E não será desta vez. Pelo esporte não, talvez pela vaidade. Vamos analisar sem paixão e sem hipocrisia, mas com frieza e muita crueldade no coração, a partir daquilo que todos já tomaram como verdade, mas não podem admitir por ética ou “meda” de meter o pé na jaca. Seguindo o raciocínio malfazejo, houve má fé por parte da escuderia, o rapaz tem culpa, o dono da equipe tem culpa, o outro piloto tem culpa. Corre à boca miúda, é que Bob Pai, estaria ressentido pelos desentendimentos do filho com o ex-chefe, eu “disconcordo” (do dialeto do futebol), estando Júnior na situação “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”, duvido que uma vindita fosse prioridade no momento. Abafar o caso para assegurar futuros empregos de Bob-Filho, parece não fazer parte da estrutura de personalidade de Bob-Pai, que não faz o gênero “Kátia: não vejo nada”. Se Bob-Pai não teve como impedir Bob- Filho de fazer a burrada, deve ter apoiado o Bob-Filho a soltar o verbo. “Não poderia proceder de forma diferente, é da sua natureza”. Comentários Olá, pizza, tudo acaba em pizza mais uma vez, aqui e acolá, lá e do outro lado também. Que provas teriam?? o Rubinho deixou o Schummi ganhar para ser campeão...isso pode?? é honesto?? sabe-se lá. Deixem as mulheres falarem e prestem atenção...isso agrada...rsrsr Valdir Valdir Macenco vmacenco@terra.com.br Marina responde Faltirrr Tudo isso é muito, muito feio, mas é comum. Todo mundo sabe, só me dá nos nervos esse susto, parece q nasceram ontem. beeeijo Marina, escreva mais sobre F1. Sou aficcionado por corridas de carro e achei bem interessante ler pensamentos inteligentes de outros quintais... Grade abraço. Carlos Eduardo Pereira carlos.edu@ig.com.br Marina responde Carrrloz de vez em qdo eu escrevo sobre carrinhos tb, pq vcs homens sao abusados, sempre aparecem com assuntos insuportavelmente tentadores.. se puder leia uns anteriores.. beeeijo Muito bem escrito, Entretanto, para quem acompanha os acontecimentos na F1, nada de novo! Johny_jr jmvictorio@gmail.com Marina responde Dioni Eu acompanho a F1 tanto qto acompanho o futebol..nunca assisto. meu propósito nunca foi saber mais que vcs. Eu nao minto qdo digo na descriçao do blog que nao entendo e nao tenho interesse em gostar disso. Apenas me divirto. obrigada por achar bem escrito, isto sim, me incomoda muito, dada a dificuldade que tenho com a dislexia. beeeijo Hm, acho que pilotar F-1 não se compara ao carro automático que a senhorita "pilota". Eu gosto muito mais de F-1 que futebol e considero o automobilismo um dos esportes mais completos, que além do preparo físico precisa ter estudado um pouquinho né. Afinal, chegar ali e ter que comandar tudo aquilo, não é tão simples assim. Tirando isso concordo com o texto, mas depois da punição da McLaren pela espionagem, acho que é bem possível uma pena mais dura pra Renault. Mas no fim das contas minha aposta é que vão estar no grid tanto Renault, quanto Bob-filho. Tiago S. tslovac@gmail.com Marina responde Tiagow Se vc leu a descriçao do blog, nao pode levar nada daqui a sério. Mesmo q eu nao entenda nem de futebol, nem de F1, como vc percebeu, muitas coisas que escrevo aqui, além de exageradas, nem sempre podem ser levadas ao pé da letra.É claro que pilotar um carro nao é o mesmo que dirigir um carro de passeio, etc e tals, mas nao posso perder a piada. A puniçao tem que constar pra nao ficar chato né.. beeeijo Conheci teu blog no twitter e sempre achei teus textos interessantes, com liguagem descolada e descontraída e fiquei curioso ao saber, pelo twitter, do seu texto sobre F1. Nós fãs e blogueiros do esporte (esporte? capacete?!?!) somos ávidos por análises técnicas, telemetrias, stint, downforce, escuderias, e especulações... Se aceitar uma sugestão, apesar do seu blog ser voltado para Futebol, escreva mais sobre Fórmula 1. A gente agradece! Valeu!! fabianoaqueiroz.blogspot.com twitter.com/fabianoaqueiroz Fabiano Queiroz Marina responde Fabinow linguagem descolada? haha quem vê pensa que eu tenho 20 anos.. De vez em qdo escrevo sobre F1, acho tao engraçado qto o futebol. Obrigada pela atençao e sugestao. se vc quiser, tem uns anteriores sobre o tema. beeeijo Oi... Só observando. Bjuuuuuu Marina Robert Oliveira deniro743@hotmail.com Marina responde De Niro.. beeeijo pra vc tb Trabalho em 5 blogs falando de esporte, são poucas mulheres que se "arriscam" a falar sobre o tema. E você, mesmo sem conhecer e sem acompanhar, escreve muito bem e melhor, com um toque feminino. Achei muito legal o texto e o blog, parabéns. Beeijos, Jessica Corais http://www.porjessicacorais.blogspot.com/ Jessica Corais jessica.corais@hotmail.com Marina responde Géçica! Vou lá no seu blog pra dar uma olhada.. obrigada pela visita e pelas palavras de incentivo!Preciso muito disso. beeeijo Marina, A partir da indicação de Flávio Gomes, visitei seu blog e fiquei abestalhado. Virei fã, linkei pro meu blog, adicionei você no twitter e até tomei a liberdade de transcrever este artigo para meus parcos leitores. Jornalista como você, penso do mesmíssimo jeito sobre esse rolo envolvendo Bob Pai (nosso maior herói das pistas, de verdade) e Bob Filho. Parabéns. Gerson Nogueira gersonnogueira@gmail.com Marina responde Jerrrção! hahahah,se vc soubesse da verdade jamais jogaria fora tantas palavras bonitas.. primeiro, nao sou jornalista. Segundo, tenho a deficiência da dislexia e muita dificuldade na leitura/escrita, sempre preciso q alguém leia antes, ou seja, meus filhos muitas vezes,sao os editores. Terceiro, nao entendo de F1 nem de futebol. Quarto, comecei isso de brincadeira pra pegar no pé do meu marido e filhos que sao uns fanáticos. Quinto, tenho medo e insegurança extremas de tudo q escrevo (de verdade mesmo). Sexto... chega né, tem muito mais que isso. Adorei seu comentário, vou ler até decorar, muito obrigada. Vou dar um pulo no seu blog.. beeeijo pra variar otimo. hoje sabemos que foi Bob-pai que botou a boca no trombone, como é do feitio dele.. Sds artur artlemos33@hotmail.com Marina responde Arrr Eu sempre espero coisas assim dele, já chega botando banca e ponto final, adoooro! beeeijo |
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