| 15/07/2008 Mudar é pra quem pode Todo mundo pode mudar de profissão, mas não tem o direito de fazer a família passar vexame.
É o caso de ex-atletas, eles não se conformam com o fim de um ciclo, penduram as chuteiras praticamente por obrigação, mas não as soltam. Forçam a barra por muito, muito, muito tempo. É o momento da negação completa. A fila andou, sua vez passou, tem gente mais bonita, melhor, mais legal, com melhor salário e tudo; mas o cara é incapaz de se enxergar, até por que ele já usa óculos de grau, mas usa escondido; Gressim 2000, escondido; tesourinha pra cortar pêlo do nariz, escondido; comprimidinho azul, escondido e antiqueda capiloton, no lugar da Finasterida, por que esta, o doping descobriu. Inconformado, resolve sair por aí, cometendo palestras, vira comentarista e colunista. Num atentado contra o bom senso, manchando sua carreira e desonrando sua família. Entendo a revolta dos jornalistas formados, superior completo, como o próprio nome diz: acima da ralé sem formação específica, ou sem formação alguma. A razão está com eles, e a verdade também, até por que, são os donos dela. Muitos deles, têm criticado a falta de formação, de preparo, de embasamento teórico para um ex-jogador assumir uma colocação no ramo da comunicação. Mas a pior de todas as verdades é que o inverso não pode acontecer, não depende da vontade do jornalista, virar um jogador de futebol quando se aposentar e nem mesmo antes de se aposentar. Pra começo de conversa, ele teria que nascer de novo, ressurgir das cinzas como Fênix. O ex-jornalista pode optar por umas peladas com os amigos tão barrigudos e pernas-de-pau quanto ele, e assim como o ex-jogador, fazer a família passar vergonha; mas ganhar a vida com isso, eu custo a crer. A razão não está nem de um lado nem de outro, o cerne da questão - pra vocês, questã (dialeto do futebol), é que, o futebol é basicamente composto de gente que entende, mas não faz; de gente que faz, sem entender; daqueles que não entendem e não fazem, como eu. E finalmente, os que entendem e fazem; coisa que eu nunca vi. Vamos partir para a conclusão sábia do artigo: coisas mal feitas existem para empregar aqueles que sabem corrigir. Melhor deixar tudo como está, qualquer um em qualquer lugar, dando canelada dentro e fora de campo. Comentários Ei Marina, eu nunca pensei em ser jogador, mas se pensasse teria que renascer. abç Marcelo Sahyum Marina responde Ei Marcelo, Aprenda a renascer com o kaká. Espero até a próxima encarnação pra reescrever o texto. beeeijo Marina: só você para resgatar o antiqueda Capiloton... Fiquei passado e engomado. O texto está uma delícia. E concordo com você quando ironiza ex-jogadores que viram comentaristas. É tal qual muitos ex-ministros da Fazenda que saem fazendo palestras mediante pequenas fortunas depois de fu..fu...fuzilarem a economia brasileira. Bom, você sabe que entendo de futebol tanto quanto robótica. Nem sei o que é uma bola... Mas vou adicionar o blog no meus favoritos. Beijo grande e ripa na chulipa... acho lindo esse termo. Antônio Mariano Júnior antoniomarianojr@sercomtel.com.br Marina responde colega Antônio, querido, que prazer receber sua visita, esperaí que eu vou pegar o chá... se vc ler outros textos no fanaticos, verá os outros produtos chiques que lembrei...beeijo Talvez seja a inveja de nunca ter tido talento pra jogar. mas essa foi boa. Lucia Mara E eu? Fiz jornalismo, já joguei futebol e nao ganhei dinheiro com nenhum dos dois. joel joeljoel@gmail.com Marina responde Vc já tentou a carreira de gandula? Po de tb jogar na mega-sena. Eu to tentando ganhar sem jogar. beeeijo haha, é sempre assim. mas q q seria do craque sem o perna d pau do seu time, neh??daí ñ esxistiria craque algum. ótimo texto, parabéns. e boa observação sobre a finasterida, hahahahahaha, mas foi td sem querer poxa!!!! joão Marina responde João?? Que João? Dá pra se mostrar mais? Escrever só João é quase um anonimato... Só se for sem querer querendo. beeeijo Esta do capiloton me fez voltar alguns no tempo.Como é uq vc tão menina conhece o produto?Aliás vou tentar ver se encontro.Sério,cada vez vc está melhor menina.Nunca imaginei uma pessoa falar tanta coisa séria com tanto humor.De sua fã incondicional.Sempre. Linacir Marina responde Ei Dona Lina.. como sempre tão gentil e agradável, preciso aprender essa parte, eu nasci sem esses componentes. beeijos agradecidos Mas também é duro aguentar os ex-jogadores comentaristas, pcpmente do sportv...além do Miller, que era jogador, depois pastor, agora comentarista, mas ainda não aprendeu a falar português, só futebolês. E o Rivelino falando "a marca do meio campo é forte" (marca=marcação, querendo criar neologismo) Guilherme Henrique Marina responde Guilherme Henrique??? Que nome de jogador de futebol. hahah calma...brincadeira...parece nome de príncipe. Nossa que versátil, esse Miller não? Se souber bordar e chulear, eu quero um desse pra mim. beeijo Que ex-jogadores comentem futebol até aceito, mas os da Band são muito parciais e tem que aguentar o Luciano do Valle distratando, quem viuo que ele falou com o Neto e o Godoy e ter depois que ouvi-los lado a lado, confesso que baixo o volume da TV e ligo o rádio,é muita cara de pau, Marina dá um sorrisinho na próxima foto, sei que o seu coração não é esse... Francisco Cardoso charlesfcardoso@hotmail.com Marina responde Radinho de pilha? aff.. eu ja escfevi um texto sobre radinho de pilha. Sobre a foto aí, EU ODEIO essa foto, ainda pro cima, enorrrmeee! Já implorei pra trocarem, mas os meninos que cuidam disso, sao do contra. Qto ao sorriso, nao leu meu perfil? 36h/dia de mau humor, meu nome é TPM, a minha é duplamente qualificada. beeeijo |
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