| 27/01/2010 UMA BONITA INIMIZADE Foi difícil, mas descobri o ponto G dos torcedores, o G4, organização “com fins lucrativos”, dos 4 maiores times paulistas, que se uniram “para inglês ver”; querem resgatar a paz nos estádios de futebol - não precisa ser a Mãe Dinah para saber que não vai dar em nada – além de, é claro, desenvolver parceria nos negócios lucrativos, ou vocês acham que o mundo é cor-de-rosa e eles são amiguinhos? Não dariam PontoG sem nó.
Outra questão não citada pela mídia, mas não menos importante, provocada pela união-separatista (com o perdão da contradição) dessa “corporação de elite”, é a exclusão dos demais clubes, o que alimenta a dor-de-cotovelo dos torcedores de “times menores”. Como exemplo, cito o torcedor contumaz e jornalista Flavio Gomes*, que eu imagino, encobre possíveis sentimentos mesquinhos com o manto sagrado do clube do coração. Segundo ele, é a camisa mais bonita do mundo, assinada por uma marca fashion e tudo mais. Concluindo, ou ele é revendedor comissionado das camisas ou está desviando o foco para ninguém prestar atenção nos perna-de-pau do seu time. Voltando ao ponto G4, se frase popular diz “amigos, amigos, negócios à parte”, resta portanto, fazer negócio com inimigos. Em síntese, o G4, é a confraria dos inimigos, “inimigos, inimigos; negócios unificados” assim, sem qualquer escrúpulo. Ah, como eu admiro essa gente boa do futebol, sempre na vanguarda, mudando paradigmas, provando que é possível existir uma bonita inimizade. Quer dizer que os 4 bambambans “querem” resgatar a paz - é um contrassenso querer resgatar o que nunca existiu – e já começam pisando na jaca, desconsiderando a opinião dos demais times, a rapa, o resto? Muito democrático e educativo. Igual caixa de banco com atendimento especial, exclusivo, VIP, personalizado apenas para cliente cheio da grana. Se você é um mortal, mas não tem onde cair morto, dançou, você é parte do resto. E nem reclame, suas idéias não são relevantes. Ninguém acha isso anormal e abominável? Mas, o resgate da paz nos estádios vai ficar pra outra hora, os inimigos que compõem o G4 estão de olho, olho-gordo nos juniores. Portanto, aguardem o fim daquilo que nem começou, haverá briga de foice entre os “Paladinos da Justiça e da Paz” do G4, cada um quer o “seu” guri. Se a concepção é essa, cada um deveria ter direito a um menino, não é uma decisão humanitária, mas quem está preocupado com isso? Fiz uma gigantesca introdução, o que me faz eliminar muito do meu raciocínio brilhante a respeito do G4, e cair matando no espanto de todos diante da atitude dos juniores, que resolveram usar o direito de ir e vir, querendo ir para outro time, caso o clube não melhore as condições no contrato. Diante da lei, eu nem sei quem está certo, evidente que cada parte terá sua razão, mas a discussão deveria ser outra. Por que o assombro? Que novidade há? Querer ganhar o que merecem ou muito além do que merecem? Romper contrato? Falta de ética? Falta de consideração? Querer levar vantagem? Não vestir a camisa? A única surpresa, nada agradável ao clubes, é que os meninos descobriram o poder de expressar suas vontades, perceberam que também podem mamar nas tetas do futebol. Ou só o clube, dirigentes e os jogadores do time principal podem participar do programa de aleitamento nas glândulas mamárias do futebol? Fizeram seus juniores à sua imagem e semelhança e agora estão chocados com a cria? O nome “juniores” já não diz tudo? Cobrinhas são criadas por cobras, é óbvio. Eu não entenderia uma cobra levando um susto ao constatar que o seu ninho está cheio de cobrinhas. *Flavio Gomes - é jornalista e piloto Classic Cup, trabalha na ESPN e em outros 14 lugares, mas seu sonho, é montar um ferro velho, tem investido no estoque, colecionando carros antigos. Atualmente, luta por uma vaga de estagiário no famoso blog www.mulherefutebol.com. No Twitter, @flaviogomes69 criou, mantém e alimenta a fama de mau, dando respostas neanderthais duras, frias, curtas, grossas, críticas e cruéis aos seus fiéis seguidores, como esta que vos escreve e tenta atingir sua paciência até o dia em que levar um block na cabeça. Comentários hehe, parabéns, massa o texto. o único macho nessa história de g4, lógico, o corinthiano, que disse nada mudar, iriam fazer negócios, mas os sentimentos e oq havia dito, seriam as mesmas coisas. dom Marina responde Dão! ???? nao entendi, desenha beeijo Marina Linda, vou fazer uma coisa que me deixa frustrado, vou concordar contigo, apesar de ser contra a violência(até que pisem no meu pé)acho esse negócio de união, hipocrisia, não desejo que sejam inimigos mortais, mas que sejam adversários ferrenhos, esse negócio de união do G4 PAULISTA é balela, eu quero mais é que galinhas pretas, bambis e lambaris sucumbam, pronto tá dito, um beijo prá você, insuportável kkkkk Fãncisco charlesfcardoso@hotmail.com Marina responde Charles Eu sabia que um dia vc teria q concordar comigo. Depois fica me dizendo q só eu sou do contra..vc se esforça pra me contrariar hahaha beeijo pra vc que é um incansável leitor, mesmo maltratado aqui, ainda volta, só pra pegar no meu pé |
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